Para o Fernando Pessoa ele era o Presidente-Rei, para as camadas populares da minha meninice ele era um santo que se compadecera e fizera a sopa-dos-pobres onde os desvalidos podiam comer uma refeição quente por dia. Para mim que sempre o tinha julgado um militar só de há 12 anos para cá é que sei que ele era um Doutor de Coimbra (moro na Rua Dr. Sidónio Pais). Dr. em Economia da mesma escola de outro ditador posterior bem mais sinistro e de muito má memória. Mas o que desconheço até hoje completamente é o perfil de José Júlio da Costa, heroi para uns e assassino para outros. Espero colmatar a lacuna.

É um livro que vinha namorando há três anos. O Professor Moisés foi dos que contribuiram para o gosto do conhecimento das nossas raízes. E aqui fala de Fátima um local sagrado para os católicos apostólicos romanos, após os fenómenos que lá aconteceram em 1917, mas que antes já o tinha sido para os islamitas. Afinal Fátima é o nome da irmã do profeta Maomé.

São investigadoras portuguesas e o livro vem preencher uma lacuna no conhecimento do nosso património. Em paralelo com a História diz de onde viemos e talvez porque somos da maneira que somos. O livro vem esgotando edições.

Joseph Conrad nasceu em 1857 na Ucrânia escapou da mobilização por não querer combater pelo Czar da Rússia. Vai para Marselha e aos 17 anos faz-se marinheiro da Marinha Mercante. Mais tarde, reforma-se antecipadamente e instala-se em Inglaterra, onde se torna cidadão britânico. Mais do que tudo passa a ser escritor a tempo inteiro. Morre em 1924 vítima de ataque cardíaco. Leio tudo o que posso dele: Este ainda me é desconhecido.

Li crónicas da autora. Ouço os comentários nas Televisões. Vai ser uma estreia.

Este é do ano passado. Quem se interesse por história dos descobrimentos, sociologia, economia de certo conhece este Jubilado e júbilável, emérito professor.

Nunca li este primevo livro sobre Fado. Conheço a História do Fado do Tinop. Espero poder ler o do Rui Vieira Nery, que também não conheço mas já desfolhei e parece-me precioso.