Enquanto o computador entre uma e outra tontura vai deixando abrir alguns programas e publicar umas coisitas. Ficam aqui apontamentos à manobra de Epley.
Era para desenhar a manobra de forma convenientemente compreensível, os desenhos às vezes provocam equívocos.
Como há muitos filmes no youtube que explicam melhor do que alguma vez eu conseguiria, deixo só uma nota que não vi em nenhum desses filmes, apesar de não ter procurado exaustivamente.
E entre as minhas vertigens e as do computador aqui vai:
quinta-feira, 26 de julho de 2018
quarta-feira, 25 de julho de 2018
O desenho pode ser uma coisa perturbadora.
Especialmente quando é premonitório.
Desenhei em sete talões de multibanco, os
únicos papéis que tinha à mão, situações de ansiedade e falta de ar.
Posso sempre dizer que isso é interpretação
posterior, de coisa sem conexão.
Até porque as chamas não passaram do lápis para
o papel e a situação climática naquela quinta-feira húmida e nublada me
sossegou.
sexta-feira, 20 de julho de 2018
quarta-feira, 18 de julho de 2018
sábado, 14 de julho de 2018
sexta-feira, 13 de julho de 2018
terça-feira, 10 de julho de 2018
sábado, 7 de julho de 2018
Reciclagem? É tudo um grande embuste. As embalagens não devem ser recicláveis, devem é ser reutilizáveis. Uma vez que sejam reutilizáveis também são recicláveis. Dirty Business
O narrador quando vê que plástico contaminado, apresentando risco biológico, está a ser misturado com outro plástico no suposto processamento, fica preocupado que ele possa acabar por ser reutilizado em qualquer artigo novo, incluindo brinquedos de criança; mas não se mostrou preocupado com as pessoas e o ambiente em que esse plástico está a ser supostamente "higienizado".
sexta-feira, 6 de julho de 2018
segunda-feira, 2 de julho de 2018
domingo, 1 de julho de 2018
sábado, 30 de junho de 2018
sexta-feira, 29 de junho de 2018
terça-feira, 26 de junho de 2018
segunda-feira, 25 de junho de 2018
domingo, 24 de junho de 2018
sábado, 23 de junho de 2018
sexta-feira, 22 de junho de 2018
domingo, 17 de junho de 2018
sexta-feira, 15 de junho de 2018
Pois vou participar numa exposição a inaugurar na próxima 3ª Feira dia 19 de Junho pelas 19 horas ali no fim da Calçada do Combro imediatamente antes de chegar à Rua dos Poiais de São Bento. Vou lá estar com uns azulejos avulso e talvez outros menos avulsos. Estão convidados para aparecer. Para quem nos quiser honrar com a presença aquela hora em que a barriga dá horas, haverá Rissóis de Camarão, Croquetes, e para os Vegetarianos: Batatas Fritas, Amendoins, Pevides e talvez qualquer coisinha mais. Para todos haverá vinho tinto, bom e diverso. Talvez haja vinho branco fresco também. Claro que haverá água. Todos os comes e bebes estão limitados ao stock existente. Como remate mas não para acabar, a pianista Melissa Fontoura irá encantar-nos com música a sério.
quinta-feira, 14 de junho de 2018
quarta-feira, 13 de junho de 2018
terça-feira, 12 de junho de 2018
segunda-feira, 11 de junho de 2018
Richard Strauss: As quatro últimas canções, canta Gundula Janowitz, Karajan dirige a Filarmónica de Berlim.
Para comparar outra versão.
Gundula Janowitz--Soprano Bernard Haitink--Conductor Royal Concertgebouw Orchestra 1968
domingo, 10 de junho de 2018
sábado, 9 de junho de 2018
sexta-feira, 8 de junho de 2018
quinta-feira, 7 de junho de 2018
quarta-feira, 6 de junho de 2018
Salvador Sobral | Mano a Mano. Maria do Rosário Pedreira fez o poema, Júlio Resende a música.
Por vezes quando ouço poemas de Maria do Rosário Pedreira como este, tão perfeitamente cimentados na música, lembro-me do Ary dos Santos.
Esta música do Júlio Resende é uma balada ao estilo das modas alentejanas mas a luz que ele lhe transmitiu tornou-a resplandecente como um céu azul do Arco-da-Velha.
Salvador Sobral é genial e a interpretação ao vivo desta mesma canção na noite do festival da Eurovisão deste 2018 talvez seja ainda superior a esta gravação de estúdio.
terça-feira, 5 de junho de 2018
segunda-feira, 4 de junho de 2018
domingo, 3 de junho de 2018
sábado, 2 de junho de 2018
sexta-feira, 1 de junho de 2018
quinta-feira, 31 de maio de 2018
In Memoriam Paulo Rodrigues.
Nasceste no Primeiro de Maio e disse-te que o meu melhor amigo tinha nascido nessa data, com o Jorge eras a terceira pessoa que eu conhecia a nascer nesse dia.
Agora já não poderemos falar da pintura do Manuel Gamboa que também nasceu em Maio e vai a caminho dos 94 anos.
Nem poderemos falar da aguardente de medronho e daquele perfume a flores que fica na boca quando ela é boa; nem do estranho vermelhão dos medronhos, cheio de amarelo pólen por dentro. Um vermelho sem verde dentro.
Não poderemos voltar a Moscavide onde gostavas da malga de sopa, do prego grelhado com alho, e do copo do vinho tinto. Mais um café e ficavas jantado.O tinto era bom.
Não irei lá à casa do Algarve apesar da tua generosa insistência, fica para outra ocasião dizia eu. Sim ficará para outra altura.
Agora que na quietude e no espanto saíste neste último dia de Maio, nesta Quinta-feira de Corpus Christi quando se espalham flores pelo chão e o pão é verdadeiramente o Corpo de Deus apanháste-me de surpresa. A dor de cabeça atormentava-me e estava longe de pensar em alguma coisa mais, além de bigornas e martelos.
Agora sem Bigornas e martelos, o que ficou no ar foi Zadig e Voltaire preto. Fugazmente leve.
Agora já não poderemos falar da pintura do Manuel Gamboa que também nasceu em Maio e vai a caminho dos 94 anos.
Nem poderemos falar da aguardente de medronho e daquele perfume a flores que fica na boca quando ela é boa; nem do estranho vermelhão dos medronhos, cheio de amarelo pólen por dentro. Um vermelho sem verde dentro.
Não poderemos voltar a Moscavide onde gostavas da malga de sopa, do prego grelhado com alho, e do copo do vinho tinto. Mais um café e ficavas jantado.O tinto era bom.
Não irei lá à casa do Algarve apesar da tua generosa insistência, fica para outra ocasião dizia eu. Sim ficará para outra altura.
Agora que na quietude e no espanto saíste neste último dia de Maio, nesta Quinta-feira de Corpus Christi quando se espalham flores pelo chão e o pão é verdadeiramente o Corpo de Deus apanháste-me de surpresa. A dor de cabeça atormentava-me e estava longe de pensar em alguma coisa mais, além de bigornas e martelos.
Agora sem Bigornas e martelos, o que ficou no ar foi Zadig e Voltaire preto. Fugazmente leve.
quarta-feira, 30 de maio de 2018
domingo, 27 de maio de 2018
sábado, 26 de maio de 2018
sexta-feira, 25 de maio de 2018
Emil Cioran editado pela Letra Livre
Parece que hoje abre a Feira do Livro de Lisboa. Além dos gelados e dos refrescos, da ginja de Óbidos em copo de chicolate (dá-me jeito dizer chicolate), da bifana e do burguer de carne porca mastigada ou vegetariana para meninos e velhinhos sem dentes como eu... além das esplanadas para as demonstrações de robôs de cozinha e do chô-cuquing... parece que também há livros, e como é sabido um livro nunca vem só.
"Com certezas, não pode haver estilo: a preocupação de dizer bem é o apanágio daqueles que não conseguem adormecer numa fé. À falta de um apoio sólido agarram-se às palavras -simulacros de realidade; enquanto os outros, fortes nas suas convicções, desprezam a aparência e se refastelam no conforto da improvisação."
Emil Cioran - Silogismos da Amargura
"Com certezas, não pode haver estilo: a preocupação de dizer bem é o apanágio daqueles que não conseguem adormecer numa fé. À falta de um apoio sólido agarram-se às palavras -simulacros de realidade; enquanto os outros, fortes nas suas convicções, desprezam a aparência e se refastelam no conforto da improvisação."
Emil Cioran - Silogismos da Amargura
quinta-feira, 24 de maio de 2018
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